<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vivencial &#187; Liderança</title>
	<atom:link href="http://www.vivencial.com.br/category/lideranca/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.vivencial.com.br</link>
	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
	<lastBuildDate>Tue, 02 Dec 2008 20:24:22 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>GESTÃO POR COMPETÊNCIAS</title>
		<link>http://www.vivencial.com.br/gestao-por-competencias</link>
		<comments>http://www.vivencial.com.br/gestao-por-competencias#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 20:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança Organizacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vivencial.com.br/2008/12/02/gestao-por-competencias/</guid>
		<description><![CDATA[Por Orivaldo Andreazza Peres
Basicamente, quando falamos em Gestão de Competências estamos falando das Competências Organizacionais. É uma metodologia que busca superar a concorrência, diferenciando a organização e criando uma vantagem competitiva sustentável, como por exemplo, a competência em miniaturização da Sony.
Por outro lado, a Gestão por Competências refere-se às Competências Humanas  necessárias para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=5">Orivaldo Andreazza Peres</a></em></p>
<p>Basicamente, quando falamos em Gestão <strong><em>de </em></strong>Competências estamos falando das Competências Organizacionais. É uma metodologia que busca superar a concorrência, diferenciando a organização e criando uma vantagem competitiva sustentável, como por exemplo,<span id="more-212"></span> a competência em miniaturização da Sony.<br />
Por outro lado, a Gestão <strong><em>por</em></strong> Competências refere-se às Competências Humanas  necessárias para o desenvolvimento do trabalho, seja individual ou das equipes e que são críticas para o atingimento do sucesso empresarial.<br />
A Competência relacionada ao desenvolvimento do trabalho é focada no <strong>Conhecimento, Habilidades e Atitude</strong> das pessoas e referem-se basicamente(1) ao Pensar, ao Fazer e ao Ser.<br />
O <strong>Conhecimento</strong> (pensar) contém os saberes – onde (posicionamento) &#8211; o quê (aprofundamento) – o porquê (investigação) – o quando (informação).<br />
As<strong> Habilidades</strong> (fazer) contém os saberes – como (know how) – quanto (ponderação) &#8211; agir (governança).<br />
As <strong>Atitudes</strong> (ser) contém os saberes – ser (identidade) – querer (desejo) – participar (motivação).<br />
A identificação dos GAPS(2)  entre as competências desejadas pela organização e aquelas efetivamente existentes é fundamental. Para isso é necessário estabelecer-se a Gestão por Competências seguindo-se os passos seguintes:<br />
<strong>Planejamento</strong> – O primeiro passo é identificar quais as competências necessárias para o atingimento dos objetivos da organização. Com essas informações, devem-se inventariar quais competências há internamente e estabelecer os objetivos e as metas estratégicas. Com essas informações, comparar e identificar o GAP das competências. Sabendo qual é a lacuna entre o desejado e o que se têm, planeja-se então como será a captação e/ou desenvolvimento das competências.<br />
<strong>Captação</strong> – Se a decisão foi captar externamente as competências faltantes é necessário selecionar, admitir e integrar.<br />
<strong>Desenvolvimento </strong>– Quando a decisão é pelo desenvolvimento das competências faltantes, deve-se definir o mecanismo de desenvolvimento a ser utilizado, disponibilizá-lo e orientar o aproveitamento.<br />
<strong>Avaliação</strong> – Tanto no caso da captação externa como no desenvolvimento, a etapa seguinte é apurar e medir os resultados e compará-los com os resultados esperados, fazendo as correções necessárias.<br />
Há organizações que enfatizam a busca por competências sociais e afetivas, outras por competências técnicas. O importante é cada organização busque aquelas que são mais adequadas ao seu negócio e determine um Sistema de Gestão mais adequado às suas necessidades.<br />
No tocante às Lideranças, a tendência nas organizações é buscar profissionais executivos com as seguintes competências: pensamento estratégico – liderança para mudar – gestão de relacionamentos (internos e externos). São ainda consideradas importantes: a flexibilidade – a comunicação – a inovação empreendedora – empowering &#8211; a liderança – capacidade de resiliência – administração do stress – orientação para clientes e orientação para resultados, entre outras.</p>
<p><em>(1) &#8211; WAGNER HERRERA<br />
(2) &#8211; IENAGA (1998)</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vivencial.com.br/gestao-por-competencias/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Afinal, quem precisa da Competência em Relacionamento Interpessoal?</title>
		<link>http://www.vivencial.com.br/afinal-quem-precisa-da-competencia-em-relacionamento-interpessoal</link>
		<comments>http://www.vivencial.com.br/afinal-quem-precisa-da-competencia-em-relacionamento-interpessoal#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 19:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atendimento ao Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Clima Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança Organizacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vivencial.com.br/?p=209</guid>
		<description><![CDATA[Por Orivaldo Andreazza Peres
Para que todas as competências hoje mais desejadas pelas organizações sejam desenvolvidas (Busca de Superação; Comunicação; Desenvolvimento de Pessoas; Empowerment; Flexibilidade a Mudanças; Liderança de Equipe; Negociação; Orientação para Clientes; Orientação para Resultados; Posicionamento Estratégico e Trabalho em Equipe), uma competência em especial precisa ser antes desenvolvida.
E justamente por serem as organizações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=5">Orivaldo Andreazza Peres</a></em></p>
<p>Para que todas as competências hoje mais desejadas pelas organizações sejam desenvolvidas (Busca de Superação; <span id="more-209"></span>Comunicação; Desenvolvimento de Pessoas; Empowerment; Flexibilidade a Mudanças; Liderança de Equipe; Negociação; Orientação para Clientes; Orientação para Resultados; Posicionamento Estratégico e Trabalho em Equipe), uma competência em especial precisa ser antes desenvolvida.</p>
<p>E justamente por serem as organizações feitas de pessoas, a principal competência a ser desenvolvida para todos – inclusive e principalmente presidência, diretoria e gerência &#8211; é a Competência em Relacionamento Interpessoal.</p>
<p>O homem desde sempre é um ser social. Com isso, ao longo da vida, assume muitos papéis e deve relacionar-se com semelhantes em situações das mais diversas e por isso deve ter a Competência em Relacionamento Interpessoal.</p>
<p>Naturalmente as competências técnicas são rapidamente reconhecidas e ninguém duvida da necessidade de os profissionais serem competentes em suas áreas de atuação.</p>
<p>Por outro lado, a Competência em Relacionamento Interpessoal normalmente é vista como algo necessário somente para algumas profissões e funções, como professores, assistentes sociais, advogados, vendedores, atendentes, etc., geralmente ligadas ao contato com o público.</p>
<p>Entretanto essa competência é necessária em toda atividade, profissão e função em maior ou menor proporção.</p>
<p><a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=29">A Competência em Relacionamento Interpessoal pode ser adquirida através de treinamento especial e experimental</a>.</p>
<p>Essa Competência se divide em dois componentes essenciais:<br />
a.	A Percepção<br />
b.	A Habilidade</p>
<p>A Percepção é um processo que precisa ser exaustivamente treinado. Para se ter uma percepção realista da situação e dos outros, os pré-requisitos são a auto-percepção, auto-conscientização e auto-aceitação.</p>
<p>Não é um treinamento fácil e espontâneo. Ao contrário, requer treinamento especial, longo, que exige disponibilidade psicológica e coragem do treinando.</p>
<p>Sem conhecer se a fundo e sem entender alguns aspectos do seu próprio comportamento, como é possível conviver com os outros no trabalho, trabalhar em equipe e criar sinergia?</p>
<p>A Habilidade pode ser desenvolvida informalmente no dia-a dia através da participação em grupos de trabalho e mesmo nos grupos informais.</p>
<p>Ao participarem de grupos, os treinandos têm a oportunidade de perceber as diversidades de conhecimentos, valores, culturas e compreenderem porque alguns grupos têm dificuldade para definir seus objetivos e os meios de alcançá-los.</p>
<p>Perceberão que, ao reconhecerem e perceberem o outro em sua individualidade, o que basicamente os motiva e quais são os seus anseios, podem mais facilmente identificar os pontos concordantes para obtenção de resultados individuais e grupais.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vivencial.com.br/afinal-quem-precisa-da-competencia-em-relacionamento-interpessoal/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Não basta mudar. Tem que ser pra melhor! (parte 2)</title>
		<link>http://www.vivencial.com.br/nao-basta-mudar-tem-que-ser-pra-melhor-parte-2</link>
		<comments>http://www.vivencial.com.br/nao-basta-mudar-tem-que-ser-pra-melhor-parte-2#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 19:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clima Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança Organizacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vivencial.com.br/?p=208</guid>
		<description><![CDATA[Por Orivaldo Andreazza Peres
Vimos no artigo anterior que para a mudança ser bem sucedida é imperioso desenvolver um plano de comunicação e de acompanhamento do progresso do atingimento de objetivos.
Tornar-se uma Organização Empowered é crucial para que os talentos assumam as responsabilidades pelos seus atos e participem das decisões que interferem diretamente em seu desempenho.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=5">Orivaldo Andreazza Peres</a></em></p>
<p>Vimos no <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=207">artigo anterior</a> que para a mudança ser bem sucedida é imperioso desenvolver um plano de comunicação e de acompanhamento do progresso do atingimento de objetivos.<span id="more-208"></span></p>
<p>Tornar-se uma <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=24">Organização Empowered </a>é crucial para que os talentos assumam as responsabilidades pelos seus atos e participem das decisões que interferem diretamente em seu desempenho.</p>
<p>O primeiro passo é sair do ciclo burocrático onde a dependência e a estrutura fortemente hierarquizada são estimuladas.</p>
<p>Os processos de Recursos Humanos, de Recrutamento (interno e externo), de Treinamento, de Remuneração, de Desenvolvimento de Carreira e de Retenção de Talentos devem estar dirigidos para os novos comportamentos e em apoio à Visão e Missão da organização.</p>
<p>Processo de Mudança das Pessoas</p>
<p>Os valores e os comportamentos dos <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=26">Líderes </a> devem estar alinhados à Visão de negócios da organização. Os Líderes devem possuir habilidades para dirigir o processo de mudança e aceitarem a responsabilidade de fazê-lo.</p>
<p>As ações a serem tomadas devem ser dirigidas a aumentar a capacidade dos profissionais e orientar para a Visão de negócios de modo que funcionem perfeitamente no novo ambiente.</p>
<p>O alinhamento dos Valores Pessoais com os Valores da Organização, o sentimento de ser tratado como pessoa <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=29">Maior e Autônoma</a> <em>(Emmanuel Kant)</em> reforça a auto-estima e dignidade, contribuindo para gerar a <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=27 ">motivação </a>necessária para o desenvolvimento de novas competências e a segurança para a mudança.</p>
<p>Há valores que são universais e que são desejados em todas as pessoas. Um exemplo é a Honestidade.</p>
<p>Qualquer organização (seja ela uma empresa ou uma igreja ou mesmo um grupo criminoso – isso mesmo, os criminosos também têm valores), em qualquer lugar do mundo, em qualquer cultura e em qualquer língua se não tem esse valor escrito, o tem subtendido.</p>
<p>Há outros valores que por sua vez, são diferentes em diversas partes do mundo. Como exemplo, posso citar a Virgindade.</p>
<p>Há alguns anos em nossa cultura era imperioso que uma moça casasse virgem.Um marido poderia anular o casamento se descobrisse que havia sido enganado ao casar-se com alguém que supunha ser virgem. Hoje isso não é mais importante para a maioria das pessoas e inclusive essa exigência foi retirada do Código Civil.</p>
<p>Mas há países onde a virgindade continua sendo assunto sério e é inadmissível uma moça desvirginada casar-se.</p>
<p>Por isso é relevante que as pessoas alinhem seus valores pessoais aos da organização.</p>
<p>Imaginem como se sentem as pessoas que têm que suportar condutas que são contrárias à sua forma de pensar e de agir.</p>
<p>Quando os valores da organização &#8211; rígidos &#8211; e os valores pessoais são incompatíveis a solução é Mudar – Mudar de emprego!</p>
<p>A mudança consistente e duradoura da organização somente vai acontecer se as pessoas mudarem, afinal as organizações são feitas de pessoas e não só de processos e máquinas.</p>
<p>O processo de mudança começa pela aquisição de conhecimentos e habilidades, as quais precisam ser incorporadas ao dia-a-dia (atitude) mudando o comportamento individual.</p>
<p>A soma de novos comportamentos individuais é que resultarão na mudança do grupo/organização.</p>
<p><img src="http://www.vivencial.com.br/wp-content/uploads/2008/08/MUDANCA_PEQ.jpg" alt="Mudança" /></p>
<p>É um processo longo que exige acompanhamento e feedback constante.</p>
<p>Em se tratando de mudança não há milagres. As organizações precisam de tempo (e dar tempo aos colaboradores) para que as mudanças efetivamente ocorram e se consolidem.</p>
<p>Os exemplos de organizações mais bem sucedidas (inclusive a maioria delas se encontra listada entre as melhores para se trabalhar) é que as mudanças foram planejadas, implantadas e avaliadas gradativamente de forma contínua e consistente ao longo de muitos anos até transformarem-se em nova cultura organizacional.</p>
<p>Para algumas organizações, entretanto, parece que esse tempo não existe.</p>
<p>Há CEOs mais preocupados em apresentarem resultados num curto espaço de tempo já que precisam aparecer para os acionistas e estarem prontos para alçarem vôos mais altos em suas carreiras.</p>
<p>Assim, um CEO implanta uma política de mudança agressiva, obtém resultados (ou não), é promovido ou se transfere para outra organização (e na maioria das vezes leva junto um séqüito de assistentes executivos) e a organização, ora a organização&#8230; vai passar por tudo novamente pois o novo CEO também precisa estar na vitrine em pouco tempo. Ou seja, os interesses pessoais suplantam os da organização.</p>
<p>Nessas organizações não há mudanças. Há ações pontuais e os colaboradores (aqueles que não terão a mesma chance de mudar de emprego ou serem promovidos) entram num ciclo vicioso de fazer o que mandam e parecer que mudaram. Enfim, comportam-se como a orientação do momento exige, afinal nessas organizações <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=27 ">“quem tem&#8230;, tem medo&#8230;”.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vivencial.com.br/nao-basta-mudar-tem-que-ser-pra-melhor-parte-2/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Não basta mudar. Tem que ser pra melhor! (parte 1)</title>
		<link>http://www.vivencial.com.br/nao-basta-mudar-tem-que-ser-pra-melhor-parte-1</link>
		<comments>http://www.vivencial.com.br/nao-basta-mudar-tem-que-ser-pra-melhor-parte-1#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 18:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clima Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança Organizacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.vivencial.com.br/?p=207</guid>
		<description><![CDATA[Por Orivaldo Andreazza Peres
Vimos no artigo anterior a importância do desenvolvimento das Competências Pessoais e Organizacionais.
Mas esse desenvolvimento implica necessariamente na incorporação de mudanças.
Se não mudar, as coisas continuarão a ser como antes e os resultados idênticos ou piores.
Se mudar, as coisas tenderão a ser diferentes e os resultados idem, porém podem ser melhores ou&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=5">Orivaldo Andreazza Peres</a></em></p>
<p>Vimos no <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=202">artigo anterior</a> a importância do desenvolvimento das Competências Pessoais e Organizacionais.<span id="more-207"></span></p>
<p>Mas esse desenvolvimento implica necessariamente na incorporação de mudanças.</p>
<p>Se não mudar, as coisas continuarão a ser como antes e os resultados idênticos ou piores.</p>
<p>Se mudar, as coisas tenderão a ser diferentes e os resultados idem, porém podem ser melhores ou&#8230; piores.</p>
<p>Então como mudar e garantir resultados melhores?</p>
<p>Primeiro é preciso entender que as coisas não mudam só porque desejamos. Não basta uma “Carta de Boas Intenções”.</p>
<p><strong>As coisas só mudam se mudarmos!</strong></p>
<p>E mudar implica em romper com antigos paradigmas. Não só escrevendo e fazendo discursos mas sim nas ações. Às vezes é necessário mudar valores. Substituí-los por outros mais adequados ao momento que se está vivendo.</p>
<p><strong>Processo de Mudança na Organização</strong></p>
<p>Para ter uma estratégia explícita e estrutura que definam a natureza e a seqüência de atividades específicas e os recursos necessários para facilitar o processo de mudança é necessário primeiro entender como as coisas funcionam na organização (<a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=20">como está o clima e cultura</a>).</p>
<p>Nem sempre o que se prega e está escrito é o que de fato acontece.</p>
<p>Cansei de ver empresas onde a direção pregava a “política de portas abertas”, mas nunca tinha tempo para atender um colaborador e muitas vezes quando atendia, transformava a conversa que virava uma seção de “fofocas” e alguém no final tinha que ser punido (muitas vezes o próprio colaborador).</p>
<p>Eu me lembro de uma situação que encontrei em uma empresa onde prestei consultoria e treinamento que estava se preparando para obter a certificação ISO 9000.</p>
<p>Uma área da empresa era voltada à produção, em tornos automáticos, de pequenas peças em bronze.</p>
<p>Dentro da concepção de tarefa padronizada para a certificação, os operadores deveriam a cada <strong>X</strong> peças produzidas medi-las, anotarem os resultados numa planilha e se estivessem fora de conformidade, deveriam parar os tornos e programá-los para a correção.</p>
<p>Para medirem as peças produzidas, utilizavam o “paquímetro”.</p>
<p>Estava muito claro como cada operador deveria se comportar.</p>
<p>No dia-a-dia porém, os operadores se deparavam com algumas inconsistências.</p>
<p>Primeiro, não tinham um paquímetro próprio.</p>
<p>Cada vez que fossem efetuar as medições precisavam pedir emprestado um paquímetro para o pessoal da manutenção e isso demandava tempo de deslocamento até a área vizinha e nem sempre os equipamentos estavam disponíveis.</p>
<p>Enquanto isso&#8230; o torno “automático” continuava produzindo&#8230;</p>
<p>Depois, com o paquímetro em mãos, o tempo demandado para fazer as medições era superior ao dispêndio de tempo do torno para fazer as <strong>X</strong> peças.</p>
<p>Ou seja, NUNCA os operadores conseguiriam cumprir o que estava determinado.</p>
<p>Assim, os operadores resolveram o problema por conta própria. Passaram a medir as peças por amostragem somente no final do dia e fazer anotações falsas na planilha como se o tivessem feito de acordo com o procedimento escrito.</p>
<p>Resultado: a qualidade do trabalho e o respeito pela organização eram baixos e a perda de material por devolução pelo cliente, enorme.</p>
<p>Ah! E os chefes?</p>
<p>Estes sabiam de tudo mas sentiam-se impotentes para cobrar os subordinados ou para questionar as ordens de seus superiores e evitavam o atrito com o departamento de controle de qualidade que no momento era a &#8220;menina dos olhos&#8221; da diretoria e assim acabavam por acobertar o que vinha ocorrendo.</p>
<p>Era a típica organização patriarcal e cujo lema era “manda quem pode obedece quem tem juízo”.</p>
<p>Imaginem a surpresa que tiveram os donos da empresa ao descobrirem tudo isso às vésperas de uma visita da organização certificadora.</p>
<p>Este exemplo nos mostra que mudar foi uma decisão dos diretores da empresa &#8211; Top-Down – e para isso “delargaram” todo processo para o departamento de controle de qualidade que, por sua vez, incumbiu-se da implantação pelo sistema “Goela Abaixo”.</p>
<p>A decisão deveria ter sido compartilhada por todos e não só comunicada. Todos deveriam ter tido a oportunidade de entender a razão das mudanças e de opinar sobre as que ocorreriam em seus postos de trabalho e entendendo bem “o porque”, acatarem essas mudanças como suas.</p>
<p>Então, conhecer e entender o <a href="http://www.vivencial.com.br/?page_id=20 ">Clima Organizacional</a> vai propiciar o desenvolvimento de ações concretas e objetivas para mudar o que não vai bem na organização construindo assim, uma base sólida para todas as mudanças que forem necessárias implementar.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vivencial.com.br/nao-basta-mudar-tem-que-ser-pra-melhor-parte-1/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
